Conteúdo Adaptado para o 8. ANO
SISTEMA GENITAL FEMININO:
O Sistema Genital Feminino é o sistema responsável pela reprodução.
Ele cumpre diversos papéis importantes:
- produz os gametas femininos (óvulos);
- fornece um local apropriado para a ocorrência da fecundação;
- permite a implantação de embrião;
- oferece ao embrião condições para seu desenvolvimento;
- executa atividade motora suficiente para expelir o novo ser quando ele completa sua formação.
Anatomia:
> OVÁRIOS:
Tubas uterinas são dois tubos, com aproximadamente 10 cm de comprimento, que unem os ovários ao útero. A partir disso, o óvulo amadurecido sai do ovário e penetra na tuba.
Se o óvulo for fecundado por um espermatozoide, forma-se uma célula-ovo ou zigoto, que se encaminha para o útero, local onde se fixa e desenvolve, originando um novo ser.
>ÚTERO:
O útero é um órgão muscular oco de grande elasticidade, do tamanho e forma semelhante a uma pera. Sua principal função é acomodar o feto até o nascimento do bebê.
Na gravidez ele se expande, acomodando o embrião que se desenvolve até o nascimento. A mucosa uterina é chamada de endométrio, que passa por um processo de descamação durante o período da menstruação.
Sistema GENITAL masculino
Conheça um pouco mais sobre o sistema reprodutor masculino, conjunto de órgãos responsáveis pela produção de espermatozoides.

O sistema reprodutor masculino é responsável pela produção e pelo transporte dos espermatozoides, que são os gametas masculinos. Além disso, nesse sistema, é produzido um importante hormônio, a testosterona, que garante o desenvolvimento das características secundárias masculinas, como aumento de pelos e engrossamento da voz.
→ Órgãos do sistema reprodutor masculino
O sistema reprodutor masculino apresenta órgãos reprodutivos externos e internos. Os órgãos internos são os testículos, epidídimo, ductos e glândulas acessórias. Já as estruturas externas são o pênis e o saco escrotal. Vejamos mais sobre eles:
→ Órgãos internos
Testículos: Os testículos são as gônadas masculinas e estão localizados no interior do saco escrotal. Em seu interior, há a presença dos túbulos seminíferos, túbulos enovelados onde são produzidos os espermatozoides. Nesse órgão, também se encontram as células secretoras de testosterona.
Epidídimo: É um ducto altamente enrolado. Nesse local, os espermatozoides completam sua maturação e tornam-se móveis.
Ducto deferente, ducto ejaculatório e uretra: Os espermatozoides saem do epidídimo, passam para o ducto deferente e seguem até o ducto da vesícula seminal. Nesse ponto, forma-se o ducto ejaculatório, o qual se abre na uretra, estrutura que percorre todo o pênis.
Glândulas acessórias: ajudam na formação do sêmen, que é constituído pelos espermatozoides e pelos fluidos dessas glândulas.
Vesículas seminais: Produzem secreção com substâncias que nutrem o espermatozoide. Essa secreção é rica em frutose e compõe 60% do volume total do sêmen.
Próstata: Produz secreção composta por enzimas anticoagulantes e nutrientes para o espermatozoide.
Glândulas bulbouretrais: Produz secreção clara que atua como lubrificante e também contribui para a limpeza da uretra.
→ Órgãos externos
Saco escrotal: Os testículos estão dentro do saco escrotal, que apresenta como função manter os testículos em uma temperatura inferior à do restante do corpo, o que garante eficiência na produção de espermatozoides. Normalmente, a temperatura no escroto é 2 °C abaixo da temperatura do corpo.
Pênis: No pênis, observa-se a uretra, canal por onde o espermatozoide é eliminado, assim como a urina.
Anatomia
O sistema genital masculino é constituído pelos testículos, vias espermáticas (epidídimos, canal deferente e uretra), pênis, bolsa escrotal e glândulas anexas (próstata, vesículas seminais, glândulas bulbouretrais).
Sistema Endócrino
Glândulas do Sistema Endócrino
As glândulas endócrinas estão localizadas em diferentes partes do corpo: hipófise, tireoide e paratireoides, timo, suprarrenais, pâncreas e as glândulas sexuais.
Hipófise
A hipófise está localizada no centro da cabeça, logo abaixo do cérebro. Produz diversos hormônios, entre eles, o hormônio do crescimento.
É considerada a glândula mestre do nosso corpo, pois estimula o funcionamento de outras glândulas, como a tireoide e as glândulas sexuais.
O excesso da produção desse hormônio causa o gigantismo (crescimento exagerado) e a falta provoca o nanismo.
Outro hormônio produzido pela hipófise é o antidiurético (ADH), substância que permite ao corpo economizar água na excreção (formação da urina).
Tireoide
A tireoide está localizada no pescoço, produz a tiroxina, hormônio que controla a velocidade do metabolismo celular, na manutenção do peso e do calor corporal, no crescimento e no ritmo cardíaco.
O hipertireoidismo, funcionamento exagerado da tireoide, acelera todo o metabolismo: o coração bate mais rápido, a temperatura do corpo fica mais alta do que o normal, a pessoa emagrece por gastar mais energia.
Esse quadro favorece o aparecimento de doenças cardíacas e vasculares, pois o sangue circula com mais pressão. Se não tratada pode provocar o surgimento do bócio (inchaço no pescoço), e também a exoftalmia (olhos saltados).
O hipotireoidismo é quando a tireoide trabalha menos e produz menos tiroxina. Assim, o metabolismo se torna mais lento, algumas regiões do corpo ficam inchadas, o coração bate mais vagarosamente, o sangue circula mais lentamente, a pessoa gasta menos energia, tende a engordar e as respostas físicas e mentais tornam-se mais lentas e se não tratada pode ocorrer o bócio.
Suprarrenais
As glândulas suprarrenais situam-se acima dos rins e produzem a adrenalina, hormônio que prepara o corpo para a ação.
Paratireoides
As paratireoides são quatro pequenas glândulas, localizadas atrás da tireoide, que produzem o paratormônio, hormônio que regula a quantidade de cálcio e fósforo no sangue.
Pâncreas
O pâncreas é uma glândula mista pois além de hormônios (insulina e o glucagon) produz também o suco pancreático, que é lançado no intestino delgado e desempenha importante papel na digestão.
A insulina controla a entrada da glicose nas células (onde será utilizada na liberação de energia) e o armazenamento no fígado, na forma de glicogênio.
A falta ou a baixa produção de insulina provoca o diabetes, doença caracterizada pelo excesso de glicose no sangue (hiperglicemia).
O glucagon funciona de maneira oposta à insulina. Quando o organismo fica muitas horas sem se alimentar, a taxa de açúcar no sangue cai muito e a pessoa pode ter hipoglicemia, que gera a sensação de fraqueza, tontura, levando, em muitos caso, ao desmaio.
Glândulas sexuais
As glândulas sexuais são os ovários e os testículos, que fazem parte do sistema reprodutor feminino e do sistema reprodutor masculino respectivamente.
Os ovários e os testículos são estimulados por hormônios produzidos pela hipófise. Assim, enquanto os ovários produzem o estrogênio e a progesterona, os testículos produzem diversos hormônios, entre eles a testosterona, responsável pelo aparecimento das características sexuais secundárias masculinas: barba, voz grave, ombros volumosos etc.
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Sistema digestório
Os órgãos que compõem o sistema digestório são boca, faringe, esôfago, estômago, intestino delgado, intestino grosso e ânus. Clique e aprenda mais!

O corpo humano possui diferentes órgãos internos, cada um com uma função. Isso permite com que nosso organismo funcione corretamente.
O sistema digestório é composto por vários desses órgãos. Ele é responsável pela transformação dos alimentos que ingerimos em substâncias bem pequenas, fazendo com que seus nutrientes sejam levados pelo sangue a todo o nosso corpo. Depois disso, o que não tem utilidade para o organismo é eliminado pelas fezes.
A esse processo, damos o nome de digestão. Graças a ela, temos energia para brincarmos, estudarmos, enfim, para fazermos as nossas atividades diárias.
Sistema digestório
Sistema Digestório
Os órgãos que compõem o sistema digestório são boca, faringe, esôfago, estômago, intestino delgado, intestino grosso e ânus.
A digestão se inicia quando colocamos o alimento na boca. A produção de saliva é estimulada, e os dentes e a língua trabalham para triturá-lo e umedecê-lo. Após este momento, ele é engolido, passando pela faringe e pelo esôfago e, depois, para o estômago.
O estômago é o local para onde o bolo alimentar se direciona. Ele se junta ao suco gástrico, que é uma substância encontrada ali, e que auxilia na transformação do bolo alimentar em pedaços ainda menores. Depois disso, ele passa a ser chamado de quimo.
À medida que os alimentos chegam, o estômago vai se dilatando. Normalmente, ele consegue acomodar até dois litros de alimentos, mas isso varia de pessoa para pessoa. Alguns nutrientes já são aproveitados pelo corpo, sendo levados pelo sangue para as células.
Depois do estômago, o quimo vai para o intestino delgado. Lá, ele é misturado ao suco pancreático (feito no pâncreas), à bile (vinda do fígado) e ao suco entérico, do próprio intestino. Ali, outros nutrientes são aproveitados e, ao final do processo, o quimo passa a se chamar quilo.
SISTEMA URINÁRIO:
O sistema urinário é formado por dois rins, dois ureteres, uma bexiga urinária e uma uretra. A urina é formada nos rins, mais precisamente nos néfrons, e segue então pelos ureteres até a bexiga, onde é armazenada temporariamente. No momento da micção, a urina é levada para o meio externo por meio da uretra.
O sistema urinário é formado por dois rins, dois ureteres, uma bexiga urinária e uma uretra. A urina é formada nos rins, mais precisamente nos néfrons, e segue então pelos ureteres até a bexiga, onde é armazenada temporariamente. No momento da micção, a urina é levada para o meio externo por meio da uretra.
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