Capítulo 1- As máquinas no dia a dia - Atualizado 2025
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Entre os exemplos de ferramentas usadas na construção
civil que podem ser citadas estão o carrinho de mão,
composto pelas máquinas simples alavanca e roda-eixo,
e o parafuso, máquina simples constituída de planos
inclinados.
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a) A: força potente ou potência.
B: força resistente ou resistência.
b) Posição I, pois é a posição em que a distância entre
a aplicação da força potente e o ponto de apoio é
maior.
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a) As roldanas A e B são móveis e a roldana C é fixa.
b) A roldana A é uma roldana móvel e, portanto, trans-
mite à roldana B uma força igual à metade da força
que está aplicada sobre ela, ou seja, uma força igual
a P/2. A roldana B também é uma roldana móvel e
transfere para a roldana C metade da força P/2
foi transferida a ela pela roldana A, ou seja,
que P/4. A roldana C é uma roldana fixa, que apenas muda a
direção da força, de modo que a força que equilibra
o sistema é igual a P/4
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a) As rampas diminuem a força necessária para elevar
o objeto, ainda que aumentando o comprimento de
seu trajeto. Quanto menor a inclinação da rampa,
menor é a força necessária para realizar esse movi-
mento.
b) A seta A indica uma força vertical aplicada sobre
a cunha, no sentido do interior do pedaço de
madeira. Essa força exerce sobre a madeira duas
forças perpendiculares às faces da cunha, repre-
sentadas pelas setas B, separando a madeira em
duas partes.
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a) O parafuso é constituído de um plano inclinado dis-
posto em volta de si mesmo.
b) A ponta do prego tem a forma de uma cunha, for-
mada por dois planos inclinados.
c) O parafuso possui sulcos espiralados que aumentam
a superfície de contato com a bucha, que também
possui estruturas externas que aumentam o contato
com o buraco na parede. O resultado é a maior ade-
rência do conjunto parafuso e bucha à parede se
comparado ao prego, que tem a superfície lisa
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O cortador de pizza é uma combinação de roda-eixo
com cunha, sendo, portanto, uma máquina composta. A
faca é uma cunha; o abridor de garrafas é uma alavanca;
o ralador é um conjunto de cunhas; o saca-rolhas é um
parafuso.
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Roda-eixo, pois cada roda presente na figura possui um
eixo, em torno do qual ela gira
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a) ( F ) Em um alicate usado para quebrar nozes, há
alavanca.
b) ( V )
c) ( V )
d) ( F ) Em uma faca, há planos inclinados compondo
uma cunha.
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Pescoço e maxilar são exemplos de partes do corpo
humano que funcionam de forma semelhante a alavan-
cas. No pescoço, os músculos exercem a força potente,
o peso da cabeça é a força resistente e, na articulação da
cabeça com a coluna vertebral, encontra-se o ponto de
apoio. No caso do maxilar, ao se morder um alimento, a
força potente é realizada pelos músculos da mandíbula,
a resistência é realizada pela força de mordida do ali-
mento e o apoio encontra-se na articulação.
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É possível citar uma máquina que necessite de mais de
uma pessoa para operar, como um serrote traçador, ou
de energia elétrica, como uma furadeira. Em guindastes
e escavadeiras, a energia que move a máquina provém
da queima de combustível, além de ser necessário um
operador para direcionar os movimentos.
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Um exemplo é a lança de pedra lascada ou polida que,
usando o princípio de cunha, teria permitido caçar
animais de porte maior, aumentando a disponibilidade
de alimento para o grupo. Essa ferramenta também
permitia cortar o alimento em partes menores, rasgar
peles e ferir potenciais predadores. Outro exemplo
é a roda-eixo, que facilitou o transporte de objetos e
as migrações.
Capítulo 2 - Atualizado 2025
1 D
2
A sensação térmica não permite medir a temperatura, mas somente perceber se a pessoa está com febre.
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a) ( V )
b) ( F ) O café quente em uma xícara esfria ao longo do
tempo porque há transferência de calor do café
para o ambiente, que está mais frio.
c) ( V )
d) ( F ) Recipientes metálicos costumam ser utilizados
para cozinhar alimentos porque os metais são
bons condutores de calor.
e) ( V )
4 B
A tampa impede a troca de calor por convecção com o
ar externo à garrafa; o vácuo entre as paredes da garrafa
térmica impede a condução do calor para a superfície
externa, o que poderia dificultar o manuseio da garrafa
caso ela ficasse muito quente ou muito fria; as paredes
espelhadas refletem o calor irradiado pelo líquido, man-
tendo o calor dentro da garrafa.
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Carol deve usar a panela de cobre, pois esse material
metálico conduz melhor o calor do que a argila, pro-
movendo o aquecimento mais rápido da água em seu
interior.
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João deve ter tido sensação de frio no pé descalço, pois
seu corpo quente perdeu calor para o piso. Já no pé
direito, a sensação térmica deve ter sido de pouco frio,
pois o chinelo de borracha é um bom isolante térmico e
há uma perda menor de calor entre a pele e a borracha.
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Considerando-se que o metal é bom condutor de calor
e a madeira é bom isolante térmico, a vantagem de se
utilizar uma colher de madeira para mexer um caldo
quente é a de essa colher não se aquecer tão rapida-
mente quanto uma feita de metal, evitando, assim, pos-
síveis queimaduras em quem está a manuseando.
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a) ( V )
b) ( V )
c) ( F ) A convecção acontece em líquidos e gases. A
condução é a forma de propagação de calor em
sólidos.
d) ( F ) As brisas, terrestres ou marítimas, formam-se
devido à transferência de calor por convecção.
e) ( V )
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a) Energia solar.
b) Irradiação.
c) A cor preta aumenta a absorção da energia térmica
proveniente do sol.
d) A função do reservatório térmico é armazenar a água
aquecida e deixá-la disponível para uso, além de
liberar água fria para a placa coletora.
e) A camada isolante de fibra de vidro impede que a
parte de baixo da placa coletora perca calor para o
ambiente por meio da condução.
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As estufas devem ser mantidas fechadas para que não
haja trocas de calor por convecção entre o ar em seu
interior e o ar externo.
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a) A situação da perda de calor no interior da moringa
de barro é semelhante à perda de calor pela evapo-
ração do suor. Quando o suor evapora, a pele perde
calor, e isso resfria o corpo.
b) No processo de equilíbrio térmico, dois corpos em
contato atingem a mesma temperatura pela passa-
gem de calor do corpo de maior temperatura (a água
morna) para o de menor temperatura (a água fria).
Capítulo 3 - Atualizado 2025
1
A valorização do Sol em variadas culturas deve-se à
importância desse recurso natural para as atividades
cotidianas (épocas de cultivo, costumes, definição de
calendários etc.), para a vida das plantas e, consequen-
temente, para a agricultura e a manutenção da vida na
Terra.
2 A energia térmica emitida pela queima do gás, além
de ser absorvida pela água, é transferida para a panela,
para as estruturas do fogão e para o ar ao redor.
3
A atmosfera é responsável por reter parte do calor
emitido pelo Sol, favorecendo que as temperaturas na
superfície da Terra não sofram variações bruscas durante
o dia e a noite, como ocorre com planetas e satélites
que não têm atmosfera.
4 D
Na respiração celular, glicose e gás oxigênio participam
de um conjunto de reações químicas, com produção de
gás carbônico, água e moléculas de ATP.
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a) (F) Durante a fotossíntese, as plantas liberam gás
oxigênio. É na respiração celular que as células
das plantas liberam gás carbônico.
b) (V)
c) (V)
d) (F) Durante a respiração celular, as plantas liberam
energia, formando moléculas de ATP.
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A energia solar é convertida em energia química por meio
do processo de fotossíntese realizado pelas plantas. A
energia armazenada em moléculas orgânicas, como
a glicose, é então transferida para os animais que se
alimentam de plantas (herbívoros) e, desses animais,
para aqueles que se alimentam de carne (carnívoros).
Assim, a energia da fotossíntese é transferida ao longo
da cadeia alimentar.
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O balão será furado mais facilmente na situação A,
pois a área de superfície pressionada pelo prego é
menor que na situação B; portanto, a pressão aplicada
será maior.
8
A garrafa se deformou porque foi fechada em um local
onde a pressão atmosférica era menor devido à maior
altitude. Ao chegar em Santos, que fica ao nível do mar,
a maior pressão atmosférica fez com que a garrafa se
deformasse.
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A energia térmica foi trocada entre as bebidas e o
ambiente, até que essa troca de energia atingiu um
valor constante, chegando, então, ao equilíbrio térmico.
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Espera-se que os alunos respondam que sim, pois, como
os seres vivos são sistemas abertos, trocam energia e
matéria constantemente com o planeta. Dessa forma,
embora estejam sempre em busca do equilíbrio termodi-
nâmico, eles são submetidos a diversas variáveis ambien-
tais que tornam essa condição difícil de ser alcançada.
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